Golpe contra clientes da Caixa usava SMS e Pix para esvaziar contas em SC; entenda




Investigação começou após cliente de Joinville perder quase R$ 30 mil em fraude eletrônica; mandados foram cumpridos em São Paulo e Pernambuco (Por Yasmin Rech) - foto Paulinho Costa feebpr - 

A Polícia Federal realizou nesta quarta-feira (11) uma operação para desmontar um grupo suspeito de aplicar golpes bancários por meio de mensagens de celular. A ação faz parte da Operação Phishing, que investiga fraudes eletrônicas contra clientes da Caixa Econômica Federal.

As apurações começaram depois que um correntista de Joinville, no Norte de Santa Catarina, teve R$ 29.888,80 retirados da conta de forma fraudulenta.

Segundo os investigadores, os criminosos enviavam SMS que simulavam avisos oficiais do banco. Ao acessar os links presentes nas mensagens, as vítimas acabavam informando dados pessoais e credenciais de acesso ao aplicativo bancário.

Com essas informações, os golpistas conseguiam entrar nas contas e movimentar o dinheiro rapidamente.

Golpe por SMS distribuído via Pix
Depois de acessar as contas das vítimas, o grupo realizava transferências e dividia os valores em várias operações via Pix. A estratégia tinha como objetivo espalhar o dinheiro por diferentes contas para dificultar o rastreamento pelas autoridades.

Durante a investigação, a Polícia Federal conseguiu mapear parte do caminho percorrido pelo dinheiro, o que ajudou a identificar pessoas ligadas ao esquema.

A análise incluiu trabalhos de inteligência e perícia digital, que apontaram para uma estrutura organizada, com integrantes atuando em mais de um estado.

Mandados são cumpridos em São Paulo e Pernambuco
Nesta fase da operação, os policiais federais cumprem cinco mandados de busca e apreensão, sendo quatro em cidades do estado de São Paulo e um em Pernambuco.

Também foram autorizadas medidas judiciais como bloqueio de valores ligados aos investigados e acesso a dados telemáticos, que podem ajudar a aprofundar as apurações.

Os suspeitos são investigados por fraude eletrônica e associação criminosa, enquanto a Polícia Federal segue reunindo provas para identificar todos os envolvidos no esquema. (Fonte: nd +)

Notícias FEEB PR

COMPARTILHAR