TAXA NEGOCIAL - Sindicato devolverá 70% do valor da Taxa Negocial relativo à 2ª parcela da PLR

Em cumprimento ao que foi aprovado pela categoria em assembleia, o Sindicato dos Bancários de Cascavel e Região vai devolver, somente para os associados que solicitarem, o valor de 70% relativo à segunda parcela da PLR paga até março/2020, que lhe é cabido da Taxa Negocial, que foi acordada pelo movimento sindical com a Fenaban (bancos privados), Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Fenacrefi (financiários).

Para ter direito ao ressarcimento, o associado interessado em receber a devolução deve preencher o formulário que está disponível no site do Sindicato (www.bancarioscascavel.org.br), e devolver esse formulário preenchido para o Sindicato, via on line, até dia 31 de março, pelo whatsapp 45-99972.2106 ou pelo e-mail devolucaotxnegocial@gmail.com.

Os valores a serem devolvidos serão creditados aos associados que solicitarem, após o Sindicato receber as listagens enviadas pelos bancos ao Sindicato.

Formulário para devolução taxa negocial / Março - 2020.doc

IMPORTÂNCIA DA
TAXA NEGOCIAL


Os bancários precisam saber que a Taxa Negocial é fundamental para garantir os direitos da categoria. Mesmo sob uma conjuntura adversa, com as reformas trabalhistas dos governos Temer e Bolsonaro, o movimento sindical da categoria bancária conquistou frente à Fenaban um acordo que prevê aumento real superior aos obtidos por outras categorias no semestre e a manutenção de todos os direitos previstos na CCT – Convenção Coletiva de Trabalho. Um acordo como esse só se conquista com força e capacidade de mobilização. E não se faz a luta sem recursos.

As CCTs acordadas em 2016 e 2018 foram bianuais, com aumentos reais de salários. A CCT dos bancários é uma das mais completas, com dezenas de cláusulas que garantem uma série de direitos, muitos deles mais vantajosos do que os previstos pela legislação trabalhista.

As reformas trabalhistas dos governos Temer e Bolsonaro, feitas sob encomenda dos patrões e em especial dos banqueiros, acabou com o Imposto Sindical e com outras garantias ao movimento sindical, sem prever nenhuma outra forma de financiamento das entidades representativas dos trabalhadores, numa clara tentativa de enfraquecer o movimento sindical e, assim, reduzir ainda mais direitos.