Central de atendimento: (45) 99972-2106
19/04/2018

Previ - eleições - análise das chapas CHAPA 4 – AUTONOMIA E INOVAÇÃO

COMO VOTAR:

APOSENTADOS, PENSIONSITAS E AUTOPATROCINADOS:

INTERNET: acesso ao site: previ.com.br entre com a sua matrícula e senha de 6 dígitos;

APP PREVI: baixa o aplicativo, entre com sua matrícula e senha de 6 dígitos;

TELEFONE: ligue 0800-7290808 ou 0800-0310808, entre com sua senha de 6 dígitos;

TERMINAIS DO BB: utilizar o cartão e a senha BB, a mesma usada para sacar;

ATIVOS:

Funcionário do BB pode votar pelo seu terminal de trabalho, No SISSBB, pelo APLICATIVO PESSOAL, opção 41.

 

POR QUE VOTAR NA CHAPA 4:

Apoio à chapa 4 – AUTONOMIA E INVOAÇÃO. As propostas são consistentes. Os candidatos têm excelentes formações e experiências. Um deles, é Auditor do TCU e representa os participantes auto patrocinados.  Dos 14 candidatos, apenas 2 concorrem à reeleição, para continuidade de projetos e ações positivas que abordaremos depois.

CANDIDATOS:

CECÍLIA GARCEZ: (Diretora de Administração)

Candidata a Diretora de Administração, currículo invejável, entre outros citamos, mestre em Administração e MBA em Gestão de Fundos de Pensão e Altos Executivos pela Wharton School e graduada na Advanced Management Program por Harvard (EUA).

EMAMANOEL SCHMIDT RONDON: (Diretor de Planejamento)

Graduado em Ciências Econômicas pela UFF (RJ), pós-graduado com MBA Executivo (MMEC), participou da criação do Fundo Soberano, gestão judiciais com valores expressivos, ou seja, de mais de 100 bilhões, Gerente Executivo da Ativa na Diretoria de Governo do BB.

WiLLIAMS FRANCISCO DA SILVA ( Conselho Deliberativo titular) 

Finanças e Auditoria Gerente Geral no Brasil e Exterior (10) países, Auditor Internacional e da Direção Geral, Instrutor do Banco e Professor.

LUIZ GONZAGA PINTO JR: (Conselho Consultivo – Suplente)

Mestrado em Matemática – Métodos Matemáticos Aplicados em Finanças cabe destacar que o Ex-Gerente Executivo da DIPLA, Luiz Gonzaga, que tem um currículo invejável na área de ALM e riscos, participou ativamente dos processo de revisão da Política de Investimentos.

PAULO MARTINS: (Conselho Consultivo – Suplente Previ Futuro)

Auditor do Tribunal de Contas da União, Chefe de Gabinete do MP junto ao TCU, professor do Instituto Federal de Brasília.


PROPOSTAS COERENTES E REALISTAS:

 A chapa 4, além de outras propostas, promete.

A) – Lutar pela criação de espaço no site para publicação das atas com os votos dos dirigentes a exemplo do que é feito nas empresas do Novo Mercado: Esse tema já foi por nós debatido no Conselho. Em junho de 2015 o Conselho acordou divulgar no site da PREVI as suas decisões, exceto as confidencias, protegidas por Lei. Após algumas divulgações a publicação foi descontinuada. Propus que também fossem divulgadas semanalmente as decisões da Diretoria em ambiente próprio do site, destinado aos participantes, podendo até ser protegido por senha. Esse tema, pela relevância, precisa ser retomado.

B) - Lutar para restabelecer a utilização do FGTS para amortização e quitação relativas ao empréstimo imobiliário. Esta proposta é recorrente e de remota possibilidade.

Conselheiro Antônio Carvalho, do grupo da Cecília, votou pela implantação do teto aprovado em 2008: R$ 36.733.00; (90% do maior NRF, menos a parcela PREVI), o único!

A Implantação desse teto, historicamente foi defendida pelos eleitos, aí incluídos o Presidente do Conselho Fiscal Williams Francisco, a Diretora Cecília Garcez e a Ex-Conselheira Célia Larichia, ambos integrantes da chapa 4 AUTONOMIA E INOVAÇÃO.

 

C) - No geral as propostas da chapa 4 consistem em aprimorar tudo que já vem sendo realizado de positivo e com bons resultados. Propostas nesse sentido também estão sendo apresentadas por outras chapas.

 

 

PROPOSTAS INCOERENTES DAS OUTRAS CHAPAS PARA VOCÊ CONHECER:

A chapa 1, além de outras propostas promete:

A) - Extinção de carros e motoristas para Diretores: Proposta enganosa. Já foram extintos em decisão da Diretoria de outubro de 2017. 

B) - Extinguir o Bônus: Proposta requentada e ilusória, pois, em julho de 2014, em nossa gestão, o bônus de 6 salários pagos aos Diretores, além de mais 6 de remuneração variável foi extinto. Na mesma data, o Conselho, usando o voto de minerva, autorizou o pagamento de 6 salários de bônus, retroativos ao período de 2011 a 2013, estendido até 2014, pagos, além de 6 salários de Remuneração Variável, perfazendo 12 salários anuais. Conforme já foi divulgado, a Diretora Cecília foi à única que devolveu o bônus. A partir de 2015 não mais houve bônus. dos 6 salários adicionais à remuneração variável.

C) - Controlar o uso do cartão corporativo: Outra proposta enganosa. O cartão corporativo já foi extinto em 2016.

D) – Permitir Remuneração Variável quando o plano apresentar superávit: Essa Proposta não considera outros indicadores de gestão, defendidos em nosso mandato.  Em maio de 2015, o Conselho aprovou regras rígidas para eventual pagamento de Remuneração Variável de até 6 salários aos Diretores, contendo: indicadores de sucesso (metas) e indicadores de acionamento (gatilho), este, composto por: gestão do caixa, superávit e atingimento de no mínimo 8 indicadores de benchmark dos 12 constantes da política de investimentos. Somente seria possível pagar eventual remuneração variável, se e somente se, fosse cumprido o gatilho. Além das metas. No mesmo ano de 2015, o conselho, com o meu voto contrário alterou o gatilho, possibilitando, com maior flexibilidade, a continuidade do pagamento de remuneração variável. Continuei votando contrário ao pagamentos nos anos seguintes. Tivesse existido o gatilho que defendemos e aprovamos em maio de 2015 e que não vigorou ouso dizer que nos últimos 10 anos não teria sido pago um centavo de remuneração variável e muito menos de bônus. Isso porque o gatilho não foi cumprido em algum dos seus indicadores. A partir de janeiro de 2018 a PREVI apresentou superávit. Fica evidente que a chapa 1 defende a continuidade do pagamento desconsiderando outros importantes indicadores de gestão que defendemos ao longo do nosso mandato.

E) - Criar Planos de Cargos e Salários: Essa proposta é fora da realidade. Os Funcionários da PREVI, de elevado nível técnico, são cedidos pelo Banco.  Seguem o dissídio coletivo dos bancários e a mesma política de cargos e salários do Banco. Exceto os eleitos, os Diretores também são cedidos. Cabe ao Conselho aprovar a remuneração dos Diretores. Em maio de 2015, defendemos e aprovamos a desvinculação da remuneração dos Diretores da PREVI da remuneração dos Diretores do Banco. Em 2016, com o meu voto contrário, o Conselho voltou a vincular o salário dos Diretores ao Banco. Eventual criação de um Plano de Cargos e Salários impõe-se devolver os funcionários ao Banco e contratar novos no mercado, o que acredito, não ser uma boa alternativa para gerir a PREVI.

F) – Criação de Teto de Benefícios: Mais uma proposta furada. O teto aprovado em 2008 não foi implantado porque o Banco não desejou. O teto aprovado em novembro de 2016, com o meu voto contrário está tramitando nos Órgãos Reguladores. Criar um terceiro teto? Em 2008, os Diretores do Banco passaram a ser estatutários. Com os salários empilhados, foi aprovado por todas as instância (PREVI, BB e Governo) como teto de contribuição 90% do maior salário de funcionários do Banco na ativa, NRF Especial. Logo, o teto de benefício aprovado foi de 90% da média dos últimos 36 salários de contribuições, menos a parcela PREVI. Esse teto nunca foi implantado, apesar das insistentes pressões dos eleitos, em particular os eleitos em 2014, onde me incluo. Isso porque o Banco desconsiderou sua decisão, após a posse do Bendine, o Dida. A PREVIC mais de uma vez emitiu parecer técnico para implantação do referido teto e por não ter sido acatado pelo Banco, editou um TAC – Termo de Ajuste de Conduta, também descumprido e ficou por isso mesmo. Após a aprovação do teto de benefícios em 25/11/2016 no valor de 52.177,45, com o meu voto contrário, para me atingir, circulou uma mensagem sem identificação e que depois identifiquei ter origem no Sindicato dos Bancários de Bragança Paulista, que de forma covarde, descarada, enganosa, desonesta, eleitoreira, mentirosa, me fazendo acusações de ter ajudado o banco a criar teto maior e Informava que o Diretor Marcel propôs um teto R$ 44.271,45 igual ao NRF especial, votado pelos Conselheiros Wagner Nascimento e Carlinhos Guimarães.  O teto defendido por Marcel, dizendo que é o NRF especial, não é o mesmo aprovado em 2008. Induz ao erro. Coerente e fiel votei pela implantação do teto aprovado em 2008, R$ 36.733.00, em novembro de 2016, ou seja, 90% da média das 36 contribuições incidentes sobre do maior salário de funcionários na ativa (NRF especial), menos a Parcela PREVI. Essa é forma regulamentar de cálculo de benefícios para todos do Plano 1. A proposta elaborada pelo Diretor Marcel, induz ao erro, não contou com o meu voto por ser incompatível com o teto aprovado em 2008. Por que os demais eleitos não votaram pela implantação do teto aprovado em 2008?

Em resumo:

- Teto de benefício aprovado em novembro de 2016: R$ 52.177,45, (90% do salário do Vice Presidente do Banco menos a parcela PREVI).

- Proposta apresentada por Marcel: R$ 44.217,00 (90% do salário de Diretor menos a parcela PREVI). Votada por dois eleitos.

G) Os Diretores da PREVI não deverão ser indicados para conselho nas empresas participadas, exceto quando houver interesse estratégico da PREVI ou determinados por acordos de acionistas: Esta Proposta contém exceções. Dar margem à subjetividade.  Existe candidato da chapa 1 que exerce cargos em Conselhos há muitos anos. Aqui não vai nenhuma crítica ao candidato Conselheiro. Acordos de acionistas não determinam indicações de Conselheiros específicos (eleitos ou não).

H) - Mudança no processo eleitoral: Proposta nesse sentido já foi apresentada e debatida entre os eleitos e não contou com o apoio dos eleitos em 2016. Desde 2016 voto contrário ao regulamento das eleições, na forma como aprovado. Esse assunto está sendo debatido no Comitê de Governança, que coordeno, dentro de uma visão mais ampla de reforma do Estatuto, que venho defendendo desde minha posse.

I) - Adotar a educação previdenciária como objetivo estratégico para os associados: A PREVI já adota esse sistema há algum tempo.

 

2) A chapa 2, além de outras propostas, promete:

A) - Defender a gestão paritária e fazer a gestão da Previ com funcionários cedidos pelo banco: Proposta enganosa. A gestão paritária na PREVI é praticada há muitos anos.

B) - Implantar teto de benefícios já aprovado pelo Conselho Deliberativo: O processo do teto aprovado em 2016 está tramitando no Governo e PREVIC. Essa proposta significa que a chapa 2 concorda com implantação do teto de R$ 52.177,45, aprovada como o meu voto contrário, por ser 42% maior do que o teto aprovado em 2008, nunca implantado, por discordância do Banco.

C) - Atualizar as plataformas tecnológicas para aprimorar a gestão: Essa proposta Chove no molhado. Nós, eleitos em 2014, encontramos os sistemas da PREVI ineficientes e onerosos, defasados em cerca de 20 anos. O projeto Inovação Operacional foi aprovado em junho de 2015 e está em fase de implantação e já apresenta relevante resultado (redução de despesas administrativas que em 2017 foram reduzidas ao patamar de 2010 e melhorias nos sistemas). A redução vai se intensificar, para propiciar a redução de taxa de carregamento e administração já mapeadas na PREVI.

D) - Cobrar do banco a integralização das reservas dos benefícios decorrentes de demandas judiciais. A chapa 4 apresenta Idêntica proposta. Esse assunto, relevante, vem sendo conduzido no âmbito dos Conselhos Deliberativos e Fiscal há algum tempo. Já foi objeto de ênfase no Parecer do Conselho Fiscal, por mim acompanhado no Conselho Deliberativo. Os entendimentos estão muito avançados. Sobre o estágio atual, vejam mensagem do Conselho Fiscal, presidido por Williams Francisco, candidato da chapa 4 – AUTONOMIA E INOVAÇÃO, constante do relatório da administração de 2017.

E) - Desinvestir em renda variável. Ações nesse sentido já vem sendo adotadas na PREVI há algum tempo. Conforme consta na Política de Investimentos, nos próximos 5 anos a curva de investimentos fixos X variável irá se inverter. A diversificação dos ativos, também.

F) - Liberar BET dos associados ativos para amortizar empréstimo simples e financiamento imobiliário: Mais uma proposta enganosa. A PREVI já submeteu esse assunto à PREVIC em 2014 que respondeu não ser permitido o uso por funcionários da ativa porque contraria o disposto no Regulamento do Plano 1. A PREVIC esclarece que os recursos do SIBET já foram apropriados como patrimônio previdenciário individual dos participantes, e que a destinação deverá ser atrelada ao pagamento de benefícios, ao resgate ou à portabilidade.

 

3) A chapa 3, além de outras propostas, promete:

A) - reversão do déficit. Proposta vazia. O déficit já está revertido a partir de janeiro de 2018. Há indicativos de continuarmos com superávits.

B) - Atribuir mais benefícios específicos à mulher e aposentadoria antecipada: Essa proposta é enganosa. Há de se respeitar o princípio da mutualidade previsto em Lei. Para se elevar benefícios há de se fazer contribuições correspondentes. A menos que o plano seja revisto para todos, quando da existência de superávit (reserva especial), por 3 anos seguidos.

C) - Reverter o prejuízo acumulado, de quase R$ 10 bilhões: Proposta inconsistente. Fundos de Pensão não realiza lucro ou prejuízo. Registra déficits ou superávits que pode se alternar a cada ano, em função das valorizações ou desvalorização temporária dos ativos.

4) - A chapa 5 além de outras propostas promete:

A)- Mudar a Política de Investimentos: Proposta perigosa. Atualmente a PREVI adota uma política de investimentos (curto, médio e longo prazo) do mais elevado nível técnico e profissional, sendo referência nacional e internacional. A atual política que foi aperfeiçoada evitou que a PREVI perdesse bilhões, como ocorreu em outros grandes Fundos, como POSTALIS, FUNCEF e PETROS, cujos participantes, amargam o pagamento de contribuições adicionais que chegam a mais de 20% dos salários de benefícios. Na PREVI, embora os solavancos da Economia, decorrentes de crises internas e externas, não foi necessário elevar contribuições. B) - Redução racional e efetiva de despesas: Ações nesse sentido já vem sendo adotada desde 2015, quando a curva de despesas se inverteu. A redução vai continuar com maior intensidade em função da implantação de nova tecnologia, em andamento.

C) - redução de despesas, inclusive redução dos salários dos administradores, reversão do déficit, de quase R$ 10 bilhões, aumento dos benefícios para os associados: Essas propostas já foram comentadas de um modo geral.

 

APOIADORES VOLUNTÁRIOS DA CHAPA 4 – AUTONOMIA E INOVAÇÃO

Antônio Ribas Maciel Júnior

João Haroldo Ruiz Martins

Gilberto Antônio Vieira (e mais 98 colegas da Ativa e Aposentados)