Lava Jato apura pagamento de propina na concessão de rodovias no Paraná
Agentes cumprem sete mandados de prisão temporária e 50 de busca e apreensão nesta quinta-feira (22) Segundo comunicado da PF, a inves Além do crime de corrupção, a ação investiga crimes de fraude a licitações e lavagem de ativos. As ordens judiciais foram determinadas pelo Juízo Titular da 13ª Vara Federal de Curitiba/PR. O Anel é formado por uma malha de quase 2,5 mil quilômetros de rodovias em seis lotes interligados, concedidos em novembro de 1997, durante o governo Jaime Lerner. Segundo o que a Polícia Federal adiantou, as investigações apontam o uso das estruturas de lavagem de dinheiro reveladas na operação Lava Jato para operacionalizar os recursos ilícitos pagos a agentes públicos, principalmente através dos operadores financeiros Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran,ambos investigados na operação. Uma das concessionárias, que ainda não teve o nome revelado, teria utilizado os serviços dos operadores para operacionalizar, ocultar e dissimular valores. Dentre os serviços prestados por estes operadores está a viabilização do pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Departamento de Estradas de Rodagem no Paraná (DER) e também à Casa Civil do Governo do Paraná. (Fonte: Gazeta do Povo) |
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tigação apura casos de corrupção ligados aos procedimentos de concessão de rodovias federais no estado do Paraná que fazem parte do chamado Anel da Integração, hoje composto por 27 praças de cobrança em todo o estado.