Centrais mostram deputados gaúchos em outdoors: 'Querem acabar com a aposentadoria'
Diversos sindicatos e entidades trabalhistas do Rio Grande do Sul aproveitaram o Carnaval para espalharem outdoors contrários à reforma da Previdência em Porto Alegre e outras cidades do interior do Estado.
Os outdoors trazem o nome e a foto de nove deputados gaúchos que, segundo as entidades, se manifestaram a favor da reforma, ao lado do seguinte texto: "Eles querem acabar com a sua aposentadoria. Não à reforma da Previdência!". Esses cartazes ficarão expostos ao longo de duas semanas, segundo as centrais Os parlamentares citados nos outdoors são: Alceu Moreira (MDB), deputado federal Estamos mostrando para a sociedade a cara dos deputados da base aliada que têm se manifestado a favor dessa 'antirreforma' da Previdência, os que querem acabar com o direito à aposentadoria. Claudir Nespolo, presidente da CUT-RS O UOL enviou e-mail aos nove políticos citados nos cartazes, mas não obteve resposta até a publicação deste texto. 'Se votar, não volta', diz sindicalista O sindicalista declara que a Previdência não tem deficit, como concluiu o relatório da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Senado que tratou do tema. "Essa 'antirreforma' também não acaba com privilégios, como mente a propaganda milionária do golpista Temer", afirma. "A Previdência é superavitária." "Queremos que essa 'antirreforma' não seja votada, mas, se for, vamos marcar na paleta cada deputado favorável e o denunciaremos nas suas bases eleitorais, para que não seja reeleito em outubro", diz o presidente. "Se votar, não volta." Governo diz que reforma vai equilibrar contas "O deficit recorde de R$ 268,8 bi da Previdência Social em 2017 é mais uma prova da necessidade de um sistema previdenciário sustentável. A aprovação da reforma vai garantir o equilíbrio das contas públicas e possibilitar mais investimentos, geração de emprego e renda", disse o presidente Temer após a divulgação dos dados. A discussão da reforma no plenário da Câmara está prevista para começar na próxima semana. Apesar da proximidade, o governo ainda não possui a quantidade de votos necessários para aprovar a proposta. (Fonte: UOL) |
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